domingo, 13 de abril de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
A Educação das pessoas com Surdez
A Educação Escolar de Pessoas com Surdez
Na Educação de Pessoas com Surdez, é preciso considerar que, entre os
vários caminhos Pedagógicos para o Atendimento Educacional Especializado, numa
perspectiva inclusiva, esse se constitui o mais difícil de ser trilhado pelos
profissionais de educação. Devido aos problemas político-filosófico,
pedagógico, metodológico, de gestão e planejamento da escola brasileira, as
barreiras que surgiram, ao logo das décadas, tornando-se um grande atraso
educacional.
Nessa época, não havia a intenção de esclarecer que ato educativo
relativo ao contexto escolar voltado para o aluno com surdez, necessitava de
ser redirecionado, construindo novas e infinitas possibilidades que estimulassem
o aluno a uma aprendizagem contextualizada e significativa, desenvolvendo o seu
potencial e habilidade cognitiva, linguística e sócia afetiva. Através de novas
propostas capazes de gerar novos ambientes de aprendizagem.
O AEE como referencia para educação inclusiva constitui-se em uma proposta
direcionada aos alunos com surdez. Como diz Damázio (2005), “significa preparar
para a individualidade e a coletividade, provocando um processo dialógico, buscando
a superação da imanência,” e da busca de mudanças sociais, culturais,
filosóficas e conta com os três momentos didático-pedagógicos[1].
A abordagem da Educação de pessoas com surdez inicia-se a partir de
grandes conflitos ocorridos há duas décadas, entre gestualistas e oralistas. Ao
longo do tempo, esse confronto tornou-se referencia nas políticas públicas, nos
debates e nas pesquisas científicas, nas ações pedagógicas direcionadas a este
aluno especial. Contudo, não se despreza jamais as três concepções diferenciadas
voltadas ao oralismo, bilinguismo e a comunicação total. Há um conceito definitivo
centrado ora na inserção desses alunos na classe comum, ora na classe especial
ou na escola especial.
Partindo do pressuposto que as escolas especiais pautam no oralismo onde
a capacitação desses alunos está voltada para a utilização da língua da
comunidade ouvinte. Não obstante, as proposta educacionais, baseado no
oralismo, não alcançaram os resultados satisfatórios, normalizando as
diferenças. Com o passar do tempo, foi possível observar que a comunicação
total definiu as pessoas com surdez de forma natural, pois passou a aceitar as
características, considerando as intenções sociais. Além disso, não é possível
desconsiderar as áreas cognitivas, linguísticas e afetivas do aluno.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação
Inclusiva surgiu e trouxe no seu bojo as mudanças para o ambiente escolares nas
práticas sociais e institucionais, promovendo a participação e aprendizagem de
aluno com surdez na escola comum. É consciente a aceitação de que os alunos com
surdez não podem ser alojado ao restrito mundo dos surdos, com uma identidade e
uma cultura surda.
Começa-se a pensar e a construir uma pratica pedagógica que tenha como ponto
de equilíbrio a abordagem bilíngue, dando ênfase ao desenvolvimento das
capacidades individuais das pessoas com surdez na escola. Tal conceito eleva a
instituição escolar, porque a condiciona a está preparada para compreender as
pessoas com suas distinções física, psicológica e nos seus contextos sociais.
Percebe-se que as práticas de sala de aula comum e do AEE[2]
devem ser articuladas por metodologia de ensino que estimulem esses alunos vivências
e que os levem a aprender a aprender, criando condições de aprendizagem dos
alunos com surdez na abordagem bilíngue. Retratando o contexto histórico, e
lembrando Moura e suas ideias de que a educação de pessoas com surdez estava
focada no oralismo, isso no século passado.
Com isso, houve uma crescente onda de manifestações prol oralismo. Nessa
época, inúmeros movimentos aconteciam em todo mundo, excluindo o uso do método
gestual. A partir desse momento, houve diversos estudos em vários países do
mundo, amadurecendo concepções em favor da linguagem de sinais. Contudo, ainda
existe uma grande dimensão entre o que se quer de real para a educação dessas
pessoas, e o que não se alcançou, em virtude de um vácuo entre teorias e a
verdadeira concepção para ser aplicada no desenvolvimento desses alunos.
Enfim, o que foi estudado e aplicado na educação de pessoas com surdez
somente terá ressonância quando forem respeitados os princípios pedagógicos
essenciais, que garantam o acesso às línguas obrigatórias para o atendimento
dos alunos com surdez.
Referencias:
DAMÀZIO,M.F.M.;ALVES. AEE do aluno com surdez cap. 2. São
Paulo: Moderna 2010.
MOURA, Maria Cecília. O Surdo:
Caminhos para uma Nova Identidade. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
DAMÁZIO. Mirlene Ferreira Macedo.
Educação Escolar de Pessoa com Surdez; uma proposta inclusiva. Campinas:
Universidade Estadual de Campinas, 2005. 117 p. Tese de Doutorado.
sábado, 30 de novembro de 2013
Atividade Descrição ou Audiodescrição
DESCRIÇÃO OU AUDIODESCRIÇÃO.
A inclusão social é de extrema importância
da participação e acolhimento de todos inseridos no espaço em que esta as pessoas
e crianças especiais com DV, e que estes venham de fato fazer acontecer à
inclusão.
Para que estas superem os obstáculos,
as mesmas precisam utilizar recursos adequados e assim tornar sua vida
independente. Portanto, existe recursos que ao ser utilizado permitir um
aprender com mais facilidades e entre eles, por exemplo: A audiodescrição que é
a junção de duas áreas: a narração e a descrição.
Estas tecnologias proporcionam a construção de
competências e habilidades para o desenvolvimento de atividades, e as crianças
e adultos ao utilizá-los, têm o objetivo de tornar possível o acesso a certos
conteúdos, e assim poder visualizar objetos, unir textos, imagens e áudio, estudar,
aprender e construir novos conhecimentos.
É importante ressaltar que a
audiodescrição permiti a inclusão das pessoas cegas e torna possível conhecer
as informações contidas nestes recursos.
Esta imagem mostra os passos de cada risco e o que
significa, sendo uma folha de papel impressa em destaque, sem pintura alguma,
sua superfície branca, com textura aveludada, mostra uma série de linhas
verticais e horizontais e juntas, formam uma sequência irregular de retângulos.
A mesma lembra a textura de um muro de pedras e tem o objetivo de imitá-lo para
que seja possível transmitir sua característica a pessoa que com o tato, ou
seja, a mão ao verificar essa forma compreende-se o seu sentido e através
do toc podem-se visualizar as formas, e outras características. Tudo que se ver é possível ser
descrito e assim, possa dar a oportunidade aqueles que não enxergam a probabilidade
de ler e ouvir.
REFERENCIAS: MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello. Inclusão escolar e audiodescrição: Disponível em:
http://tagasblog.wordpress.com/REFERENCIAS: MOTTA, Lívia Maria Villela de Mello. Inclusão escolar e audiodescrição: Disponível em:
| http://www.vercompalavras.com.br
- Acesso em 30 de novembro de 2013. |
Com a técnica de impressão pode ser feito as formas de
objetos, com a função pedagógica de possibilitar ao aluno com baixa visão ou
cego, de vê-los ao tocá-los. http://printmakingesadcr.wordpress.com/page/2
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Esse jogo é um brinquedo de encaixe que contribui muito com o aprender do aluno através da curiosidade, a criança aprende brincando, ela percebe as formas geométricas, estimula o raciocino para resolver em que lugar vai encaixar a bola e os quadrado, aprende as cores.
A professora precisa intervir com preguntas para que ela possa perceber o que precisa para realizar a tarefa.
ATIVIDADE SOBRE UM JOGO
TOCA DO RATINHO
TOCA DO RATINHO
Estimula:
Motricidade
fina, percepção visual e noção de quantidade, as formas e tamanhos, as posições.
Descrição:
Selecione
uma tampa de caixa grande (+ - 60x40 cm), uma bolinha de gude pequena, seis
potes de iogurte, pintar três de uma cor e três de outra. Faça um corte em
forma de toca, cole as cores alternadas. Coloque os números de um a seis sobre
o fundo dos potes, sendo uma cor para os números ímpares e a outra para os pares,
deve ser colocados na forma de fileiras lado a lado.
Possibilidades de exploração:
-Cada
criança num determinado tempo e com orientações dadas pelo educador, deve tenta
colocar a bolinha na toca, “chutando-a” com os dedos. Cada vez que conseguir,
faz os pontos especificados em cada peça.
FUNÇÃO DO JOGO:
Tem como
funcionalidade para que o professor do AEE enriqueça seu trabalho com o aluno
especial, através de variedades de atividades como: tarefas onde ele possa
identificar as cores, pois pode facilitar na codificação das cores. Com esse
recurso o educador pode utilizar para facilitar o entendimento dos conteúdos
com números trabalhando quantidades, as formas geométricas e no momento em ele
faz uso das intervenções com perguntas para que o aluno expresse por gestos
apontando as respostas e isso só depende da maneira que ele intervenha como,
por exemplo, para que serve bola, como são forma e tamanho da bola, das tocas,
quais cores são quantos números tem.
Com o uso
de jogos a criança com DI poderá aprender com mais facilidades, pois através da
utilização desse material concreto ela irá construir conhecimento e habilidades
onde possa criar estratégias para solucionar os problemas e perceber as formas,
os tamanhos e despertar a curiosidade de entender como funciona o jogo.
Diante
essas concepções existem dois pensadores que defendem o uso desse material para
propor um aprender ao aluno DI com qualidade e pensando em seu desenvolvimento.
Para
Piaget a criança constrói um paralelo entre a teoria construtivista pela
repetição de gestos, é espontâneo o seu desenvolvimento.
Para
Vygostsky a criança faz uma relação sócio-interacionismo ela enriquece seu
saber no momento em que interagi com outro realizando traças de
conhecimento.
sábado, 7 de setembro de 2013
O USO DO RECURSO TECNOLOGICO ASSISTIVA ÓRTESE
Esse recurso substituir a função manual em pessoas com
deficiências neuromotoras é pessoas com fraqueza muscular como lesão medular,
esclerose lateral amiotrófica, etc. Seu desenho em curvas proporciona uma
alavanca sobre o punho e outra no antebraço, facilitando a propriocepção, dando
mais firmeza e direção ao movimento. Dependendo da forma a ser posicionado,
facilita a superação. Sua ponteira pode ser totalmente direcionada para
facilitar pacientes com grave problemas físicos. Pode ser utilizado em conjunto
com uma órtese de posicionamento em pessoas com distonias ou espasticidade. Pode
ser curvado e recebe principalmente os acessórios: Pincel, Ponteira, Imã,
Adaptador Universal, Colher, Garfo.
A ortese serve no treino de coordenação através
da utilização desse equipamento conectado a outros acessórios como por ex:
Escova de dentes Giz de cera Colher de metal
Escova de cabelo Pincel de pintura Garfo de metal
visitem esse site para ver a galeria de vídeos = http://www.expansao.com/galeria.htm
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