sábado, 7 de setembro de 2013

 
O USO DO RECURSO TECNOLOGICO ASSISTIVA ÓRTESE
 
 Esse recurso substituir a função manual em pessoas com deficiências neuromotoras é pessoas com fraqueza muscular como lesão medular, esclerose lateral amiotrófica, etc. Seu desenho em curvas proporciona uma alavanca sobre o punho e outra no antebraço, facilitando a propriocepção, dando mais firmeza e direção ao movimento. Dependendo da forma a ser posicionado, facilita a superação. Sua ponteira pode ser totalmente direcionada para facilitar pacientes com grave problemas físicos. Pode ser utilizado em conjunto com uma órtese de posicionamento em pessoas com distonias ou espasticidade. Pode ser curvado e recebe principalmente os acessórios: Pincel, Ponteira, Imã, Adaptador Universal, Colher, Garfo.
 
 
 
A ortese serve no treino de coordenação através  da utilização desse equipamento conectado a outros acessórios como por ex:
 
 
 Escova de dentes           Giz de cera               Colher de metal
    
 
Escova de cabelo        Pincel de pintura        Garfo de metal
   

 
visitem esse site para ver a galeria de vídeos = http://www.expansao.com/galeria.htm
 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013


Recurso órtese

A tecnologia Assistiva tem a finalidade de trazer a autonomia e independência das pessoas com deficiência física, esses recursos contribuem auxiliando no desenvolvimento dessas pessoas, facilitando o aprendizado, a integração com as famílias e colegas melhorando a vida e suprindo as necessidades destes, ampliando as habilidades funcionais promovendo a inclusão, tendo o professor do AEE como um parceiro que irá adotar esses recursos com o propósito de utilizá-los da melhor maneira possível conforme as necessidades, facilitando assim o aprendizado e trazendo uma vida de qualidade. 

 As órteses são recursos colocados junto a um segmento do corpo, garantindo-lhe um melhor posicionamento, estabilização e/ou função. órteses são, geralmente, confeccionadas sob medida e servem no auxílio de mobilidade, de funções manuais (escrita, digitação, utilização de talheres, manejo de objetos para higiene pessoal), correção postural, entre outros.
Descrição da figura 10: usuário desenhando com uma órtese, feita de arame e revestida com tubo de borracha que envolve a sua mão e o dedo polegar. Um lápis de cor está fixado na órtese. 
 
 
órtese em posição cubital + digitador sendo usado em TC teclado adaptado com colméia.
o órtese nesta figura pode ser utilizada para digitação ou com o acessório digitador ou com ponteira de borracha. A escolha está condicionada entre maior ou menor flexão de punho e comprimento de acesso ao TC teclado em função de ombro e cotovelo.
 


 







sábado, 13 de julho de 2013

O papel do professor do AEE


ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO – AEE

 A Constituição Federal de 1988, artigo 208/III, estabelece o direito de todos, a educação Especial; e o Decreto Legislativo nº 186, de julho de 2008, que ratifica a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU, 2006), institui as Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado – AEE na educação básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008.

Diante destas leis, o atendimento Educacional Especializado aos alunos especiais é um direito que perpassa por todos os níveis, etapas e modalidades, sendo proposto um trabalho através de materiais adequados e ampliação no processo de ensino e aprendizagem nas turmas comuns do ensino regular.

O professor é também um personagem vital na construção no caminho da aprendizagem que possibilita o aprender dos alunos especiais.

Este profissional precisa planejar ações voltadas para atender as necessidades destes alunos, como propor aulas que priorize o desenvolvimento dos trabalhos em grupo, provocando a cooperação, promovendo a inclusão, quebrando as barreiras das diferenças, o preconceito e despertando os valores e as boas relações pessoais, construindo autonomia e independência desses alunos especiais na escola e fora dela.

O educador precisa realizar todas as formas de intervenções possíveis, criando as melhores condições de ensino para que o aluno possa construir seu saber dentro das suas possibilidades.

Com a implantação das Salas de Recursos Multifuncionais, houve um enriquecimento no atendimento dos alunos, através do acesso de materiais que contribuiu com o aprender de qualidade, considerando suas necessidades especificas.

Indico esse texto como mais um meio de enriquecer o saber sobre o atendimento dos alunos do AEE,e  permitindo maior compreensão para saber lhe dar com estes alunos.

 Referencias:




domingo, 9 de junho de 2013

Vídeo do globo Ciência sobre Tecnologia/ Acessibilidade


O vídeo do globo Ciência sobre Tecnologia/ Acessibilidade para pessoas especiais é bastante enriquecedor, nos leva entender que essa ferramenta pode ajudá-los a se conectar a esse mundo da internet, possibilitando-os a realizarem pesquisas, conectarem com os amigos, acessando com comando de voz.

A ciência tem um papel fundamental na aprendizagem das pessoas especiais, facilitando e ampliando o saber com o uso da tecnologia, traz outras possibilidades na construção do aprender.

 

http://redeglobo.globo.com/globocidadania/videos/t/globo-ciencia/v/globo-ciencia-01062013-acessibilidade-integra/2604195/

sábado, 1 de junho de 2013

AEE- no contexto da Politica


Hoje a educação especial passa por muitas mudanças e só tem contribuído com a qualidade do ensino. Mudanças estas que são apresentadas nos documentos em destaque na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva – MEC/2008, e estes estão destacando a educação espacial como direitos para todos os alunos com deficiência, com transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades / superdotação; o Decreto Nº. 6.949/2009 confirma a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência com status de Emenda constitucional, que adota o paradigma da educação inclusiva; e a resolução Nº. 4/2009 do Conselho Nacional de Educação que instituías Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. Tendo o Ministério da Educação/secretária de Educação Especial, em sintonia com todos  Marcos Legais como por exemplo ; A Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, aprovada pela Organização das Nações Unidas – ONU/2007 que é ratificada pelo Brasil em 2008,, visando contribuir para o fortalecimento da à educação especial na perspectiva da educação inclusiva nos sistemas de ensino brasileiros, como política de Estado.Existe ainda  o Decreto Nº 5.626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras para alunos surdos, e conforme o Decreto nº 6.571/2008 este aluno tem direito aos serviços de tradutor e interprete de libras/ língua Portuguesa. O Decreto constitui um marco da política educacional do nosso país, tendo um papel importante no processo que envolve as dimensões relacionadas à garantia dos direitos dos alunos.

Percebo que a instituição pesquisada esta com sua estrutura de acordo com o que rege os objetivos da Política Nacional de Educação Especial, a mesma promove uma educação que priorize o processo do ensino dos alunos conforme as leis, mais ainda não têm sala de recursos, esta em construção, o atendimento é realizado em outro espaço. Existem bastantes matérias. E a partir do Decreto Nº 6. 571/2008, que “dispõe sobre o atendimento educacional especializado, regulamenta o parágrafo único do art. 60 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e acrescenta dispositivo ao Decreto no 6.253, de 13 de novembro de 2007”. Por meio desse Decreto, a rede pública de ensino regular dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios fica autorizada, a partir de 1º de janeiro 2010, a computar “as matrículas dos alunos da educação regular da rede pública que recebem atendimento educacional especializado, sem prejuízo do cômputo dessas matrículas na educação básica regular” para efeito da distribuição dos recursos do Fundo Nacional de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização do Magistério- FUNDEB- destinado aos alunos matriculados nas escolas comuns de ensino regular, passa a ser dobrado, quando estes também estiverem matriculados no atendimento educacional especializado turno oposto ao da escolarização.

Diante destas leis o PPP da escola pesquisada, tem como missão de propor um atendimento valorizando o aprender destes alunos. A professora do AEE recebe formação com direcionamento ao atendimento ao aluno especial, e reuni em uma determinada escola para planejar juntamente com o grupo de educadores do AEE, para estudar, trocar experiências para melhor atender estes alunos.

Em relação à acessibilidade, percebo que nos documentos estes deixam bem claro a importância de se realizar as adequações arquitetônicas em todas as instituições para facilitar e melhor atender os alunos especiais, na escola pesquisada a mesma foi projetada dentro dos padrões legais, só falta terminar a sala de recurso.

 

 

terça-feira, 28 de maio de 2013

SUGESTÕES DE LEITURAS SOBRE AEE

Estes matérias são Leituras interessantes e enriquecedoras:
  • Resolução Nº 4, de 2 de outubro de 2009 (formato PDF - 03 páginas)
  • Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva (formato PDF - 19 páginas) 
  • Decreto 7.611 de 17 de novembro de 2011 (formato PDF - 04 páginas)
  • Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (48 páginas)
  • Plano Viver sem limites (44 páginas)